domingo, 30 de junho de 2013

DECIFRA-ME OU..




           DECIFRA-ME OU EU  TE DEVORO
             
         João Joaquim de Oliveira 


 O Brasil e o mundo vêm assistindo um seriado de protestos que são emblemáticos do quanto de poder têm as  pessoas unidas e em marchas pelas ruas , não importa de que classe;  quando reivindicam mudanças de uma lei, um regime político ou melhora de um serviço público.

A bola da vez ou os protestos do momento aqui no Brasil são mudanças em muitos serviços públicos, corrupção, PEC 37, gastos abusivos com Copa do mundo e FIFA etc.  São passeatas com muita depredação de ônibus e outros bens públicos em várias capitais do Brasil . A única atitude reprovável e muita animalesca de parte desses integrantes é a agressão a policiais que acompanham estas marchas e o vandalismo contra ônibus e estabelecimentos urbanos. São atos e cenas de puro irracionalismo e selvageria, contra o que devemos todos reprovar.

Protestar e expressar o que pensamos é um direito sagrado, mas que seja de forma civilizada e ordeira. Nunca com agressões físicas a ninguém ou danos materiais quaisquer. As manifestações públicas que ora assistimos me lembram muito aquelas de 2011/12 no oriente médio que derrubaram algumas ditaduras. Entre elas as da Tunísia e Egito. Foram os movimentos com o nome eufemístico de primavera árabe. No caso do Egito, foi muito curioso e surpreendente porque o presidente que assumiu o poder, via voto popular, o Sr. Mohamed  Mursi passou a ter decisões autoritárias e arbitrárias . Com novos protestos da primavera árabe , parece que aquele governante está mais contido em suas atitudes como mandatário maior daquela nação muçulmana.

O expediente desse presidente egípcio é uma mostra da tese de que todo governante tem dentro de si um ditador embrionário. Se lhe der asa e azo ele amadurece este germe interior. Basta observar o quanto de presidentes democratas com rompantes e atos de tirano temos pelo mundo. Aqui na América Latina temos vários desse naipe, inclusive no nosso querido Brasil. Todos precisamos estar alertas e protestar, se preciso for.

O Brasil sofre de várias pragas que estão na gênese de seu atraso em vários níveis. Dessas pragas eu destacaria a corrupção e a política clientelista do atual governo. A corrupção sem punição solapa a economia  e o desenvolvimento em todos os setores, sobretudo na saúde e educação. O clientelismo e o tal do fisiologismo na política são os responsáveis maiores por gestores públicos os mais ineptos e inaptos para o cargo. A pletora de 39 ministérios é exemplo cristalino do quanto de absurdo que se faz com o dinheiro público. Quantos bilhões gastos pela incompetência de tantos (dês)governos. Especialistas afirmam que cerca de 20 ministérios dariam para administrar e bem o país.

Outra mostra de uma simbiose parasitária absurda de nossos governantes é a mistura da máquina do governo com o futebol. Isto porque estamos a um ano da copa . As toneladas de dinheiro que nossos petistas vem despejando na construção de arenas e estádios para a copa FIFA 2014 é um exemplo do descalabro desgovernamental a que chegamos.

 O que resta então ao povo diante desta derrocada ética e moral de nosso Brasil?

Protestai-vos! Indignai-vos! E aí, que esses retumbantes gritos de basta de violência e corrupção continue chegando  até Brasília. E lá até umas bombinhas e foguetes para chamar mais atenção  do congresso nacional e poder executivo serão bem explodidos! Mas, sem ferir ninguém , inclusive  os que ficam escudados nos palácios do planalto e Itamarati. O governo encontra-se numa sinuca de bico. Algo parecido com o   desafio que a Esfinge de Gizé ( Egito) impôs a Édipo. Ou os políticos dão a resposta correta a esse monstro do momento( os protestos) , ou eles serão devorados. Decifra-nos( atenda-nos) ou os brados retumbantes  vão continuar. Este o recado do povo brasileiro.  


    

 João Joaquim de Oliveira  médico- cronista DM  joaomedicina.ufg@gmail.com

segunda-feira, 24 de junho de 2013

MUSICOTERAPIA


 EFEITOS TERAPÊUTICOS DA MÚSICA 

J o ã o J o a q u i m de Oliveira   e Ludmila de Castro Silva


Será que as prazerosas sensações que a música provoca em nossa mente, em nosso organismo emocional tem algum efeito terapêutico em nossa saúde? Será que a musicoterapia tem fundamentos científicos comprovados?
Um pouco da história: a própria Bíblia refere que Davi tocou sua harpa para mitigar a cólera do rei Saul. Hipócrates, o pai da medicina concebia a doença como um transtorno ou desarmonia da natureza humana.
Já no século XVI o médico e fisiologista Paracelso incluía a música no tratamento de seus doentes. Existem trabalhos médico-científicos que mostram uma sintonia mãe-feto. Tem sido demonstrado que o bebê ,ainda intra útero, é capaz de perceber e decodificar os sons emitidos pela mãe como o cantar de uma melodia e a própria fala da mãe. Esta sintonia pode se estabelecer também na relação musicoterapeuta/paciente. A música pode promover a síntese e liberação de substâncias ( endorfinas, dopamina) que trazem bem-estar e euforia, além de incremento da auto-estima.
A psicanálise também tem estudado o papel da música na saúde psíquica da pessoa. Através da abstração, a música é capaz de desviar-se do ego (consciente) e penetrar no inconsciente. Este processo pode ajudar a entender melhor este compartimento que compõe a personalidade humana numa sessão de psicanálise tendo a música como terapia coadjuvante.
Ao chegar ao cérebro (freqüência das ondas sonoras) a música vai produzir e projetar de forma consciente imagens, recordações vividas e/ou ouvidas e até outras sensações táteis, gustativas e olfativas. A interação destas sensações, destes sentimentos promove bem-estar, euforia, ativação de circuitos neuronais que resulta em efeitos de gratificação prazer e felicidade.
Há um estudo de 1924 conduzido por I.H Hyde que examinou o efeito da música sobre o coração, mais seletivamente sobre freqüência cardíaca e pressão arterial. O estimulo musical promove leve queda da freqüência de pulso e pressão arterial, por um efeito de relaxamento endoarterial . Há também efeito analgésico. Isto tem sido demonstrado em pacientes em pós-operatório, onde é freqüente a incidência de dores pela manipulação cirúrgica. Outros pesquisadores em trabalhos bem consistentes e criteriosos têm demonstrado o efeito da música em diminuir a ansiedade, o sofrimento emocional e a dor física . Os acordes musicais promovem um efeito interativo positivo com os medicamentos em uso, especialmente portadores de doença coronária e câncer.



No Brasil existem poucas instituições que oferecem a musicoterapia como um adjuvante no tratamento de doenças psíquicas e orgânicas como as referidas no texto. As universidades pouco interesse têm em investir em cursos e estudos sobre os benefícios que a música traz á saúde emocional e orgânica do ser humano.
Existem cursos relativos a arte musical, formação em piano, públicos e privados, mas sem este enfoque do emprego desta arte e criação como auxiliar terapêutico. Bom seria que houvesse profissionais interessados em se tornar um aliado terapêutico , uma alternativa de tratamento para tantas doenças que afligem o paciente, seja na esfera emocional ou orgânica .
O que podemos concluir desta modesta resenha da relação música/saúde no ser humano é que todos os trabalhos e experimentos apontam para efeitos que vão muito além do simples entretenimento e lazer na audição dos sons musicais .
O que por fim deixamos a todos os que se deleitam e curtem a música é que selecionem aquelas que de fato encerram uma verdadeira expressão artística, seja como poesia, seja na qualidade literária , e assim somadas a uma bela melodia podem, por instantes, mitigar as fadigas , o estresse diário, nossas ansiedades e representar assim uma terapia para nosso corpo, coração e alma.
O sentido de terapia pela música tem semelhança com outras formas de agentes terapêuticos, como os medicamentos. A música, como tratamento, exige portanto aquela composição que de fato possa promover apenas efeitos benéficos , construtores para nosso intimo , nosso ser. Que seja o estilo pop, jazz, instrumental ou clássica não importa . Se mal escolhida, certamente a música de má qualidade, sem poesia, sem uma bela melodia, sem instrumentos mais refinados poderá evocar memórias negativas, reforçar sensações depressivas e trazer mais efeitos colaterais e agravar nossa saúde.
Não importa onde estejamos para usufruir dos bons e saudáveis efeitos da música, pode ser até mesmo no carro, enquanto nos trajetos para o trabalho. Seja a sós ou acompanhado. Em casa, a sugestão é que tenhamos um momento de relaxamento, em um quarto ou sala propícia, e naquele volume suave, possamos entrar em sintonia com letra e melodia e deleitarmos das mais salutares e benfazejas evocações que esta milenar arte pode nos trazer.


- A Musicoterapia é reconhecida cientificamente e segundo a Federação Mundial de Musicoterapia ela consiste na:

"utilização da música e seus elementos por um musicoterapeuta qualificado, num processo para facilitar e promover a comunicação, relação, aprendizagem, mobilização, expressão, organização, entre outros, no sentido de alcançar as necessidades físicas, emocionais, mentais, sociais e cognitivas do indivíduo." (Federação Mundial de Musicoterapia, 1996).

- É importante deixar claro que embora a graduação em Musicoterapia não seja muito conhecida, no Brasil, a formação em Musicoterapia data de 1970 como pós-graduação sendo que em 1972 deu-se inicio ao primeiro curso de graduação. Atualmente são oferecidos cursos de graduação e pós-graduação em instituições públicas e privadas, com o reconhecimento do Ministério da Educação. Os cursos de graduação tem duração de quatro anos contando com disciplinas teóricas, práticas e estágios curriculares supervisionados em Musicoterapia. Em geral, a graduação é composta por disciplinas das áreas da Música, da Psicologia, da Medicina e da Musicoterapia.

J o ã o J o a q u i m de Oliveira médico – joaomedicina.ufg@gmail.com

Ludmila de Castro Silva – Musicoterapeuta  UFG


Aos que tiverem interesse em ler e saber mais sobre o tema entrar em contato com os autores . tels do blog ou e-mail.

quarta-feira, 5 de junho de 2013

MÉDICOS IN-CUBADOS. DO PT



                                         
PLANOS E MÉDICOS IN-CUBA-DOS DE NOSSO GOVERNO
                                                                                                     João Joaquim de Oliveira 

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Soa mesmo estapafúrdiaS as ideias e planos do governo petista do ex-presidente Lula, Dilma e outros companheiros de importar médicos de Cuba para atender no interior do Brasil. A única vantagem que vejo no projeto é o possível  custo na contratação desses profissionais, considerando as condições sócio-econômicas e políticas do país de origem. E aí fica até esta dúvida, esta questão! Qual seria o salário pago a esses profissionais? Diz-se que o contrato é temporário, de dois anos.
 Parece sem importância, mas, minha curiosidade fica novamente aguçada. Findo o contrato, eles deverão retornar para casa. Quanto aos ganhos por estes médicos aqui auferidos, teria o regime dos irmãos castro alguma parcela nesses proventos, ou não? O mundo todo sabe que o regime cubano controla até mesmo o pensamento do cidadão. Bens e dinheiro então nem se fala. Será que esses sagrados salários  e  direitos dos profissionais constarão no contrato com o regime de Cuba?
 Em recente artigo do ministro da saúde, Alexandre Padilha, publicado em jornais de grande circulação foi expresso por ele que países europeus como Espanha, Holanda, França e Reino Unido contratam médicos de nações vizinhas. Esqueceu nosso gestor-mor da saúde( dr Padilha)  citar que são profissionais oriundos de faculdades altamente qualificadas. Trata-se de outro contexto, outra realidade sócio-cultural e econômica. Além desses contratados passaram por teste de capacitação profissional no país contratante.
A qualidade na formação de muitas escolas médicas no Brasil, todos já sabemos, é de razoável a péssimo padrão, como atestam os exames aplicados aos graduandos e recém-formados. As escolas de Cuba encontram-se em nível muito pior do que as nossas. Um médico para trabalhar em cidades do interior como querem os petistas, necessita ter ótima formação em clínica médica, em pediatria, em ginecologia-obstetrícia e pequenas e médias cirurgias. Causa-nos estranheza maior, ainda,  a tese de nossos gestores da saúde de trazer profissionais de fora sem o exame revalida, destinado a avaliar a formação e aptidão desses médicos, com diplomas sabe-se lá de que faculdade de ensino superior. A mim parece expor as pessoas do SUS a mais risco de erros médicos.
 Não custa lembrar que  médico não é um despachante de saúde, que apenas recebe o cliente , prescreve-lhe exames e drogas e pronto. Ao contrário disso, o sucesso e bons resultados decorrem de uma boa relação médico/paciente duradoura. Para tanto ,além de vocação, o médico necessita acima de tudo de uma rígida formação ética e técnico-científica. Fica então muitas indagações desse escuso e destrambelhado ( aloprado) plano do PT. Como serão os atendimentos de brasileiros do interior feitos por médicos de outro idioma, com formação técnico-científica inferior à nossa e com uma estada de apenas dois anos nessas comunidades?
 Torna-se difícil acreditar em bons resultados dessa empreitada. Entre tantos entraves nesse projeto vem-me à memória outro de não menos gravidade. E as questões éticas, disciplinares e mesmo legais nos possíveis erros médicos desses profissionais. Eles responderão junto aos conselhos de medicina e justiça? E para tanto ficarão retidos no Brasil por mais de dois anos? Ou no lugar deles responderão nossos gestores e políticos que os contrataram?
Na verdade o que me cheira é que os petistas além do desejo de aumentar o prestígio com a ditadura de Fidel Castro querem encobrir mazelas crônicas que eles teimam em não dar soluções duramente amargadas e choradas por usuários do SUS. Além de equipar bem tecnicamente os hospitais , as UPA, os CAIS, torna-se urgente e necessário remunerar de forma ética e honesta todos os procedimentos feitos pelos médicos.
Médicos para todos existem . O  que falta são condições seguras e humanas de trabalho. Para estimular os médicos a  se fixarem no interior basta instituir a carreira de estado para médico, como é feita para juízes e promotores. Aí sim todos terão médicos de qualidade, não por dois anos, mas para toda a vida.
 O governo e congresso não liberam mais dinheiro para a saúde. Agora, para a FIFA, futebol e CBF....Bem, aqui trata-se de outro reino, outra seara. São bilhões na construção de estádios . Além das propinas para cartolas e políticos mancomunados com o esporte. Passada a Copa 2014, estas mastodônticas arenas como os de Brasília, Mato Grosso e Manaus serão como a transamazônica . Serão bilhões que não servirão em nada para o social ou melhoria da vida dessas cidades, porque  futebol nessas unidades da Federação  só de 3ª divisão e ruim.        Junho/2013

João Joaquim de Oliveira  médico- cronista DM  joaomedicina.ufg@gmail.com





segunda-feira, 3 de junho de 2013

CACHORRADA, ÁI É MUITA..



AÍ É MUITA CACHORRADA 

                                                                                
A OMS, órgão da ONU destinada à saúde, calcula que para cada terráqueo humano existe um cachorro. Eu acho subestimado este número. Mas, sendo esta a estatística, já é um impacto de arrepiar. Imagina 7 bilhões de animais domésticos e urbanos dividindo espaço com as pessoas. E não  se trata apenas de dividir espaço, mas a sujeira e reflexos na saúde ambiental, de seus donos; e o que é sofrível e lamentável, na saúde de quem não são os donos dos bichos.
 Isto tem que ser expresso desta forma porque o direito que assiste os cinófilos   de ter quantos cães lhes aprouver, tem também os cinófobos de não conviver com seus excrementos e outras ameaças. Todos temos direitos de ruas limpas, praças e pistas de caminhadas sem os dejetos deixados pelos bichos, que os donos devem achar prático, afinal está na rua, no espaço público, que são de todos , então  para que preocupar.
 Cães são propensos a muitas “ cachorradas” porque não pensam, mas os donos e donas são gente e racionais , responsáveis pela higiene desses animais. Quem aqui escreve e fala nesse tom pode até parecer um cinocida ( exterminador de cães). Longe disto. Sou incapaz de matar uma lagarta-come-folhas. Estou mais para São Francisco de Assis do que para o rei dos hunos (Átila).
A questão da superpopulação de canídeos no mundo é muito mais complexa do que concebe a maioria dos aficionados às companhias dessas amigáveis criaturas. Há um impacto na saúde da natureza e humana e o ônus no correto manuseio e criação da bicharada. Ao levar um cão para o convívio doméstico as pessoas deveriam pensar no binômio risco/benefício. Imagina um cão no convívio de uma família que mora em apartamento. Além dos riscos à saúde de adultos e crianças, existem os danos gerados de seus pelos e excrementos, a dificuldade na higienização; além do desconforto que podem advir para visitas e vizinhos do prédio. Situação diversa se os donos moram em uma casa. Aqui há espaço mais adequado e amplo, e o animal tem até função utilitária na guarda e sinalizador da residência. Neste contexto, a posse de um cão traz mais benefícios do que risco. Simples, não?
Nos contatos e passeios que fazemos podemos constatar o quão zelosas são muitas pessoas na posse  e trato com seus “pets”. Donos e donas há que,  mesmo num apartamento, têm um espaço próprio para o animal. Nos passeios por ruas e praças muitos recolhem os “torpedos” dos bichos. Há aqueles mais exigentes na higienização que vestem até fraldas nos bichinhos. Isto revela respeito aos outros e ao meio ambiente. No outro extremo há aquelas donas e donos que parecem sair com seus cães, no sentido apenas de vê-los emporcalharem os cantos das ruas, gramas e plantas das praças públicas.
 Na verdade, as pessoas no trato pessoal e doméstico, se revelam higiênicas ou porcalhonas , até mesmo na educação que dispensam aos seus animais de “estimação”. Aliás, nós nos revelamos quem somos até mesmo no destino do lixo que produzimos. Nós nos expressamos em tudo que produzimos, inclusive como eu acondiciono meu lixo pessoal e doméstico.
 O curioso e excêntrico é que há pessoas, e não são poucas, que são capazes de criar 3 ou mais animais de estimação  em casa ou apartamento e não cuidam adequadamente de um parente carente, de um doente , de um filho ou pai idoso. Aí sem trocadilho, acho que é muita cachorrada, alguém trocar cuidados a quem carece por um ou mais cachorros. Portanto tem razão a OMS na preocupação com a superpopulação de cães no Brasil e no mundo.
Digno de lembrança é que até mesmo o nosso IBGE, incluirá no próximo censo o contagem dos animais domésticos. Existe um segmento muito interessado neste censo animal que é a  Indústria de Produtos para Animais de Estimação. Muito do que esta indústria divulga é obviamente muito tendencioso no sentido de mais e mais lucro. O lobby é tanto que chegou até à ONU, que então vem se mostrando interessada em atender aos apelos de marketing deste setor explorador , um  grande negócio envolvendo o mundo animal.




João Joaquim de Oliveira  médico- cronista DM  joaomedicina.ufg@gmail.com