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Mostrando postagens de março, 2011

NA PRÁTICA A TEORIA NAO ....

NA PRÁTICA A TEORIA NÃO PODE SER OUTRA João Joaquim de Oliveira É bem conhecido aquele adágio popular “ façam o que eu digo não façam o que eu faço”. Além do engenho espirituoso , os ditados e provérbios trazem sempre um senso, um quê de verdade e realismo. Há um outro de muitos conhecido que traz o mesmo sentido: “ na prática a teoria é outra “. A menção desses dois axiomas populares objetiva realçar o comportamento de muitos profissionais em geral, mas aqui falo mais estritamente da seara médica, onde eu milito. Tenho observado um dúbio ou duplo comportamento de muitos profissionais, sobretudo aqueles ligados ao ensino, pesquisas e conferencistas que expõem os resultados de seus “ trabalhos científicos” ou compilações de dados da literatura em congressos ou sessões clinicas. Reiteradamente, constato um grande descompasso entre o que muitos palestrantes ou docentes apresentam em suas exposições nesses encontros de reciclagem e “atualização” e o que eles ...

CRÔNICAS E ARTIGOS Liberdade de Criação NADA PESSOAL

VOCÊ SABIA? Crônicas O POPULAR publica diariamente crônicas de um conjunto de autores. Esses autores têm liberdade criativa para produzir o tipo de texto que queiram. Há autores que relatam casos de suas próprias memórias, outros produzem pequenas peças literárias, alguns são jocosos, outros sérios. Há quem trate de economia, outros preferem falar de cultura, há casos pessoais, outros noticiando acontecimentos presentes, passados ou futuros. É esse o sentido da crônica jornalística contemporânea: pode ser tudo ao mesmo tempo. Só deve estar presente uma certa preocupação estética com o texto. 
 Coluna publicada em 21/03/2011 wolney unes editor coluna outra do português

O PODER DO AMOR - luciene godoy

Só precisamos de amor Luciene Godoy All we need is love.
(The Beatles) "Tudo que necessitamos é de amor." Eles dizem, eu assino em baixo! 'Repito o que já disse antes: o amor para a psicanálise é um laço. É a relação que construímos com algo ou com alguém. É a história que desenvolvemos ao longo de uma caminhada com suas dificuldades e seus ganhos. A sociedade de consumo nos desvia desse caminho nos incitando a comprar e comprar; consumir e consumir; pular do recém-adquirido para o próximo. Assim não criamos laços, não usufruímos do melhor que qualquer objeto tem a nos oferecer: o tempo que passamos, que gastamos com ele. O tempo é uma preciosidade... Porém, se compro um objeto qualquer já pensando no próximo, não passo nenhum tempo com ele, sabe, assim como acontece com aqueles livros que demoramos lendo, a cada dia saindo de nossa vida cotidiana e entrando na história do livro. Com o tempo e por causa dele, aprendemos a conhecer e ter sentimentos por cada per...

SR ERTONTO DA SILVINHA

PLACAS NO TRÂNSITO E DERRAME CEREBRAL S.R ERTONTO DA SILVINHA (parte II) Em medicina, como dizia Einstein Deus não joga dados. Concebeu-se é bem verdade o homem com todos os potenciais de lógica e inteligência > Ao homem e à mulher foram dadas chispas, centelhas divinas, como links com este magnânimo criador e arquiteto de tudo, todos e toda forma de vida neste lindo e esplendido planeta. A cada pessoa foi dado o livre arbítrio, para viver e ser feliz à sua maneira. Através das ciências médicas, entre elas a cardiologia , a neurologia e neurofisiologia sabe-se clara e robustamente que diversas doenças têm sua gênese em nossos hábitos diários, como comportar desta ou daquela maneira, alimentar assim ou assado, arruinar ou desgraçar sua vida tendo estes ou aqueles outros prazeres efêmeros da vida eminentemente carnal e instintiva . Grande parte das doenças degenerativas, cardiológicas, neurovasculares, renais, endócrinas, entre elas o acidente vascular seja renal, miocárdico...

FOFOCAS de parentes e repelentes

SE HÁ UMA COISA PERNICIOSA E RESPICANTE EM NOSSA SOCIEDADE CHAMA-SE BISBILHOTAGEM DA VIDA ALHEIA. Que o diga o autor de o livro 1948, depois 1984, grande irmão por fim. Sao pessoas, que por ser nexantes a nós, coquilantes de nossas atitudes e hábitos, buscam se quilogravar e edistar fatos, ilaçoes que nunca nos dizem colidencias. resiliencias ao lurixodente, são verdadeiras crocoliquentes em nossas lides diurturnas. mas, por fim , o fado lhes têm um sentença moriente e morbildente.. quiçá, juntas todas, nao passam de cariofilantes, e quirquilantes de si próprias... no mais que os titâs, tomem as devidas providencias , .. joao joaquim de oliveira