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Mostrando postagens de outubro, 2019

Animalização ou Humanização, QUEM ?

 IDIOTIA na relação pessoa/animal   Quando o assunto se refere aos animais, nossos irmãos irracionais, eu sou um ardoroso e entusiasta defensor de todos os bichos. Eu evito eliminar até mesmo as formigas-doceiras, aquelas que compartilham o nosso açúcar de mesa. Já morei em uma casa onde existiam dezenas de caramujos, aqueles moluscos da espécie escargô. Sempre que chovia eles saiam de caracol às costas, iam para a rua e eu tinha que devolvê-los ao jardim, de onde eclodiam da terra, eram um de meus animais de estimação. Muitos riam de mim! Pelo simples fato de declarar os gosmentos caramujos de animais de minha estima e proteção. Quando mudei desse sobrado dos moluscos, possuía também uma cadela e uma gata. Aí surgiu um impasse porque fui morar em apartamento. Uma condição logo foi imposta: não dá para ter os dois animais em apartamento. Não combina e não orna, diria algum filósofo. Depois de algumas ponderações conformamos em viver com o gato, que se adapta bem em ...

o Pior cego...

 CEGUEIRA VOLUNTÁRIA Eu dou de começar esta matéria por um provérbio popular que afirma: o pior cego é aquele que não quer ver. Estendendo este ditado temos: o pior cego é o que não quer ver, ouvir nem acreditar. Aí também já é ser um néscio e ignorante num alto grau. Assim, vamos em frente fundado nesse princípio. Inúmeros são os cenários da vida onde cada pessoa de per si (por sua conta e deliberação) faz uma coisa quando deveria fazer outra. E atenção! Não que essa pessoa faça o errado por simples engano, displicência ou cochilo. Ela faz com a absoluta lucidez de que aquela decisão, atitude ou procedimento está errado, torto e contrário aos costumes, ao convívio social, às leis da natureza e das ciências. Daí a semelhança com a cegueira ou surdez voluntária. Abstraindo da retórica e teoria, alguns exemplos encontradiços tornam bastantes ilustrativos. Os exemplos de saúde são useiros e vezeiros. À luz das ciências da saúde, conforme informações encontradas por todos na in...

Malvivência

 A DIFÍCIL TOLERÂNCIA DA CONVIVÊNCIA Viver a só não é tão complicado, coabitar, sim, torna-se de maior risco de não dar certo. Ter o solipsismo como modo de vida e solução para as desavenças de viver a duas ou mais pessoas juntas. Solipsismo é uma corrente filosófica que tem como realidade apenas a existência do eu. Por extensão significa também o estado de solidão. Se a convivência de duas pessoas já é difícil, imaginemos então de três ou mais indivíduos. Definitivamente o risco de fracasso é muito alto. Há pessoas de tão difícil convivência que não deveria compartilhar o mesmo quarto, a mesma casa. Trata-se de uma persona não grata na convivência. Então calcule agora essa figura coabitar com outras pessoas ou o que é muito pior:  compartilhar o quarto e a cama. Os casos de lesões corporais, danos emocionais, assédio moral e feminicídios estão nas páginas policiais como demonstrativos dos graves distúrbios que permeiam a convivência humana. São os casos de pessoas per...

Vida Vazia

 BANALIDADE DE MUITAS VIDAS Algumas preocupações com as quais a maioria das pessoas deveria se dedicar ou ocupar ou mesmo pré(ocupar) seriam algumas indagações sobre a vida. Muitas dessas interrogações poderiam ser sobre a própria vida. Seriam perguntas diretas e óbvias como o que é a vida? O que tem sido a minha vida? O que eu tenho feito da minha vida? A humanidade ,representada por mais de 90% das pessoas, leva a vida como um barco ou uma nau ao sabor de suas velas, que se dirige ou se deixa dirigir pelos ventos que a (nau) conduz. Trazendo tais questões para o nosso meio, onde  vivemos e podemos melhor testemunhar, fica a impressão de que a cada passo do progresso científico e tecnológico, mais e mais nos mergulhamos nas banalidades que o mundo nos oferece. Assim deve ser dito porque nos cenários mercadológicos acha-se de tudo. E então existem  os mercadores de todas espécie de banalidade, de futilidades e contracultura. A internet e suas ubíquas redes socia...

SABER E NÃO FAZER

 SABER E NÃO FAZER Eu dou de começar esta matéria por um provérbio popular que afirma: o pior cego é aquele que não quer ver. Estendendo este ditado temos: o pior cego é o que não quer ver, ouvir nem acreditar. Aí também já é ser um néscio e ignorante num alto grau. Assim, vamos em frente fundado nesse princípio. Inúmeros são os cenários da vida onde cada pessoa de per si (por sua conta e deliberação) faz uma coisa quando deveria fazer outra. E atenção! Não que essa pessoa faça o errado por simples engano, displicência ou cochilo. Ela faz com a absoluta lucidez de que aquela decisão, atitude ou procedimento está errado, torto e contrário aos costumes, ao convívio social, as leis da natureza e das ciências. Daí a semelhança com a cegueira ou surdez voluntária. Abstraindo da retórica e teoria, alguns exemplos encontradiços tornam bastantes ilustrativos. Os exemplos de saúde são useiros e vezeiros. À luz das ciências da saúde, conforme informações encontradas por todos na i...

Só ou Juntos ?

 CONVIVÊNCIA humana Viver a só não é tão complicado, coabitar, sim, torna-se de maior risco de não dar certo. Ter o solipsismo como modo de vida e solução para as desavenças de viver a duas ou mais pessoas juntas. Solipsismo é uma corrente filosófica que tem como realidade apenas a existência do eu. Por extensão significa também o estado de solidão. Se a convivência de duas pessoas já é difícil, imaginemos então de três ou mais indivíduos. Definitivamente o risco de fracasso é muito alto. Há pessoas de tão difícil convivência que não deveria compartilhar o mesmo quarto, a mesma casa. Trata-se de uma persona não grata na convivência. Então calcule agora essa figura coabitar com outras pessoas ou o que é muito pior:   compartilhar o quarto e a cama. Os casos de lesões corporais, danos emocionais, assédio moral e feminicídios estão nas páginas policiais como demonstrativos dos graves distúrbios que permeiam a convivência humana. São os casos de pessoas perturbadas em s...