O tudo sabe e nada faz
“Quem se escuda nas Ciências nunca está desamparado. De igual forma quem se comporta conforme os cânones da boa Ética, da honestidade e civilidade leva uma vive serena e segura. Porque sabe que os seus pares que assim o fazem e os rivais e inimigos que o hostilizam devem-lhe respeito e limites e até inveja”- Sidarta Gautama- (santa inveja seria).
Uma reflexão a se fazer de certos tipos humanos e sociais diz respeito sobre a seguinte proposição: discernimento e dicção de ensaios de Neurociências e Neurolinguística. Por que certos tipos humanos e sociais, quando é para satisfação dos instintos, sejam digestórios ou sexuais, tudo sabe e todo esforço despendem nessa satisfação?
É muito useiro e vezeiro, observar pessoas de plena saúde física e cognitiva, tudo entender e até discursar sobre os caminhos de boas carreiras de trabalho, como profissionais, de produção de receita, etc., entretanto, vivem como zangões e vespas de praça! Zunem, zunem e ao final de cada dia, cada mês, cada ano, décadas de vida, nenhuma ascensão social, profissional e produtiva empreenderam.
Trata-se segundo as Ciências do chamado viés instintivo e dos
prazeres do corpo e da carne. Os neurônios e vias sinápticas dessas pessoas se
especializaram e se sensibilizaram apenas nesses instintos primitivos, quase
reptilianos. São os tais e quais, que se caem de quatro, têm dificuldade até
para se levantar. Precisam de ajuda, de escora e arrimo para tudo. Assim o disse também
de certa feita Paulo Francis, jornalista e escritor. Ele se referiu aos que mamam nas tetas públicas ou parentais. Costumam ter até diplomas superiores; de enfeites.
João Dhoria Vijle - Crítico Social e Escritor