Pantagruel e gargântua

Exato esse significado e sensação, do quanto as pessoas, dada sua formação familiar, se tornam centradas nos sentidos os mais primevos de subsistência.

Basta ver as comunicações, os posts de um Instagram. Logo tem-se o perfil biopsicossocial do indivíduo:

Os prazeres do corpo. O digestivo, o sexual, o sensual.  São as comidas, as beberagens, os cafés, os vita vita, os bares, os rodízios de massas, de pizza, de gelados, de sorvetes, de restaurante popular, paga-se um valor e pode comer o restaurante inteiro se quiser. E há gente que se empanturra, tem suores de tanto comer e sai gabando. Nossa, eu comi tanto que acho que vou passar mal.

Os olhos dessas pessoas brilham e se refestelam de prazer. Há que ser de preferência com muito sabor e palatabilidade. Porque não vale os suprimentos das necessidades nutricionais. Prazer, gosto, gozo, gozoso.

Não!  Essa opção é deliciosa, boa, saborosa. Vamos lá? “Dá para você me trazer mais aquela carne assada”? eu quero.

PRAZERES, hedonismo, narcisismo no comer. Eu sei, eu comi, vale a pena!

Santo Deus, socorre-os. Sodoma, Gomorra!

Nada além da existência! Nenhuma essência. Será que estamos voltando à decadência do Império Romano, da idade média. Logo agora, para esses rebanhos de gente que tanto plugados, casados, juntinhos estão para sempre nas coisas de mídia. Santo Deus. Cruz credo!

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