DE APARÊNCIAS E SEM ESSÊNCIA
Pessoas de pouca gentilidade e fineza. Faltam-lhe os predicados de boa civilidade, mini ética nas relações pessoais. Agora, há qualquer evento social, civil, uma despedida de solteiro, um dia natalício, aniversario, para melhor entendimento. A notícia chega até tais bons fila-boias, os bons de garfo e copo; comilões, glutões por excelência.
Oh, a gente vai fazer um churrasco, bebidas à larga, à farta. Sem reforço comunicativo. Batata! Todos ao evento. Comer e comer, beber, à farta, à larga. Estamos dentro! Esperem.
Assim, o dizem estudos nesses tipos antissociais. A empatia e solidariedade dos instintos, dos gustativos, dos baixos instintos, do gozo, dos regalos, sem gargalhos. Estamos indo.
Como a instrução e falta de senso ético e moral de uma família, pais/mães/convivas podem moldar uma inteira prole de pessoas. Caldo cultural. A cultura da comida, do gozo digestivo, do prazer e felicidade da boca e baco.
Muitos são os indivíduos, cuja gravidade e centralidade da vida estão nessa satisfação, ao tipo orgasmo gustativo do refestelar, do repimpar, do empanzinar de vaca, de galinha, de massas, de mandioca, de farináceos, das massas; tudo vem e origina e se perpassa de forma ancestral; chefe de família bebum, glutão, beberrão, com gente de mesma iguala, todos malas! O ritmo que os embala na mesma escala.
E aquelas pessoas, agora se fala mais do gênero dos xises. Para as quais, para as mais, a vida, a existência, porque essas tais e iguais nunca vão além da tacanha, da medíocre existência. Essência? Careta, retrógrada essência. Cores, casca, lascas. Facebook, Instagram, fotos, rímel, batom, cabelos colores, plásticas, vídeos, posts. A biossegurança do convívio com pets, excrementos, pelos, pulgas, bactérias, salivas. Asco, engulho, nauseabundo gosto, cultura, vermicular, parasitário.