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Mostrando postagens de setembro, 2021

Com Estro

Como bem referiu Blaise Pascal: saibam, ao menos, que religião combatem, antes de combatê-la. Tem sido recendente entre levas e levas de gente, essas pessoas emitirem juízes e interpretações inoportunas no que comentam. Essas gentes deveriam seguir o exemplo de Penélope. Quem sabe primeiro refletir durante uns 20 anos. Assim, cosendo e descosendo suas vestes e casacos, e enganando os interessados convivas ou príncipes, nos seus burlescos atributos incensados.

DIVINÓPOLIS para o Planeta

  Contou-me uma certa vez um andarilho que expressava ter atributos de taumaturgo. Chamava-se Faustino José. Tino era o seu apelido dado por antigos seguidores e sectários. Declamava provérbios invisos. Eram prolóquios e anexins os mais sentenciosos. Muitas eram as vezes que invitava admiradores para pósteras palestras. Ninguém, mas ninguém mesmo o arrostava com suas máximas e mínimas assertivas. Referia mesmo fazer milagres. Mas, milagres de cultura, porque alguém mesmo iletrado e de pouco ou ínfimo saber passava a gostar de oralmente, repetir seus ditos e brocardos. Quando algum gaiato na sua agrestia e rusticidade o enfrentava, mais que isto, se havia algum traficante de simonia, ele de tudo fazia para traspassar suas investidas. Os seus ouvintes, a maioria, tinham suas prédicas como vindimas de bom saber. Nessas andanças e trilhas muitos eram os seus catecúmenos, neófitos do bom saber, aquele que transforma o indivíduo. Ele nunca desanimava desses trêfegos e refegas contr...

ENQUANTO ISSO

DE VIDA ESBÓRNIA    Não é vexatório alguém afirmar que não tem dom venatório. Mais opróbio seria se o sujeito fosse venal. A arte de arraçoar ou amilhar indivíduos tânicos não merece nenhuma reconvenção. Reconvir faz que a pessoa perca a munificência hagiológica. Esta não é missão das mais tacanhas gentes. Muitas são aquelas que sub-repticiamente e sem esta lucidez comete lenocínio em seus contatos digitais. Proxenetismo é uma das mais remotas atividades do mundo. Muitas são as pessoas ditas e cujas se honestizam com o pouco laborar. Laboremos. Falta a estas açaimos como alguma espórtula. Para essas e outras azêmolas estejamos prontos a ensanchar-lhes os sedosos e límpidos açaimos. Sevandijas são diversos destes. Eles marcham por vias ínvias. Usam de apurados olfatos, tresandam em seus repetidos far-nientes. E ao a fim ressumbram tudo de mesmo potencial intelectivo que portam. Muitas dessas criaturas e futuras se pudessem viveriam em contínuas sinecuras, desfrutando de prebe...

PERGUNTA E

  RESPONSO  Ao me alentar ou aviventar para uma nova vida e trazer nessas linhas os aromas do imo, me nutro dos bródios gustativos, sem resvalar para pífias patuscadas. Como o fazem diversos nas conexões gastrocnêmicas. Lídimos e fiéis são os estros de cada ser vivente. Ao trafegar pelas selvas sociais não uso de altos coturnos e sim de mocassins os mais perfunctórios. Nada obstante vicejam os que reverberam suas fagulhas e centelhas de algum azedume. Nada desses anátemas ou silogismos precisa de nos atingir. São opróbrios e execrações de mesmas procrastinações anfíbias. Os proscênios ou ribaltas de cada contato virtual, das Redes sociais de toda natureza, mostram-se com lustres de baixa luminescência. Nem por isso devamos nos tornar réprobos dessas e desses clientes da escravidão digital. São despiques com nulos desagravos de injúrias. Mais que isto, são cúpidos e desejosos de nomeadas a qualquer custo. Tenhamos deles um dó, nada além. Nas soledades domésticas e inter...

#NAS FESTAS

 DE VIDA VIRTUAL E UBÍQUA Assim se dá a comunicação nos tempos mais modernos da comunicação. Diria nossos colunistas e emissores de opinião de toda ordem. Quando se revisita e acessa as ubíquas ou globais Redes Sociais dos intercâmbios léxicos e gramaticais, dá bem para compreender em que ordem andam as coisas nessas plataformas de platitudes sociais. Ai, ai! Refalsados e aleivosas usuárias(os) desses esquadrinhadores do que circula por esse malbaratado mural de espoliar divergências. Tudo vem a reio e a tento de não se expor. Em cada azo de cada post são torrentes e chorros de assacadilhas. Ao que ressumam tais afirmações nada é anacrônico. São assertivas asininas de pura veleidade. O anelo que essas malsinadas pessoas emitem não passa de apotegmas de pura refrega virtual. O intelecto de tais e quais personagens se revestem de pura acomia neuronal. São gabolices da era digital. Nada além desse quadrante. “Ipso facto e já portanto, “ Ipso jure”, temos que compreender os direitos ...