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QUEM SOMOS ...

Quem somos , para onde vamos? João Joaquim de Oliveira Nós humanos somos dotados de muitos atributos que nos tornam animais especiais. Dentre estes atributos especiais está a inteligência, nossa capacidade de ver, ouvir, e decodificar tudo à nossa volta. Sem falar que somos uma dualidade, corpo e alma. Alma esta que nos dá chispas, chamas, pequenas atribuições divinas. Todos nascemos com um potencial divino. Agora, poucos, mas muito poucos mesmo, têm a capacidade de expressar e demonstrar essas fagulhas que recebemos de Deus. Na história da humanidade poucos terráqueos atingiram a máxima expressão de seres especiais dotados de faculdades divinas. Além da figura de Jesus Cristo, temos na cultura e filosofia orientais as figuras de Sidharta gautama (Buda, o iluminado) e confúcio. Como se sabe Buda viveu na Índia por volta de 563 a.C a 483 a.C. e Confúcio na China , 551 a.C. - 479 a.C Ao olhar essas figuras e seres tão diferenciados de um passado tão longínquo e o ...
Opinião- JORNAL O POPULAR 02/05/2013   Cigarro pode ser remédio?   Está de volta, mais uma vez, a polêmica sobre cigarros. Desta vez, não apenas sobre os males à saúde que seu uso gera; mas também sobre o desejo de fabricantes de conseguir, por enquanto em outros países, que sejam registrados como medicamento, vendável em farmácias, o cigarro eletrônico - com teor reduzido de alcatrão, porém mantendo a nicotina e centenas, às vezes milhares, de aditivos. A Grã-Bretanha está analisando o pedido de registro do e-cigarro como medicamento, a Nova Zelândia também. Mas esta pretende aumentar o preço do maço de cigarros para R$ 120. A Austrália e o Canadá proibiram sua fabricação. Nos Estados Unidos, os e-cigarros são classificados como produtos à base de tabaco - mas uma das maiores fabricantes do mundo (British American Tobacco), que comprou a indústria produtora da novidade, quer mudar a classificação. E assim ter o melhor de dois mundos – fabricar o venen...

Megalocracia e omissão

Megalocracia e omissão DIÁRIO DA MANHÃ JOÃO JOAQUIM DE OLIVEIRA O fim de outubro/2012 será eternamente lembrado pelos americanos pela gigantesca borrasca que assolou vários Estados do país. O (a) Sandy, ciclone no mar e furacão em terra, passou com forças e efeitos de uma tsunami. Tudo cronologicamente previsto pelos meteorologistas e sismólogos de plantão. Diante de tão gigantesca tragédia, humana e material, com prejuízos de bilhões de dólares, cerca de uma centenas de pessoas mortas, grande impacto na flora e fauna, pus-me a refletir sobre a responsabilidade e/ou omissão dos governos sobre catástrofes dessa dimensão como fenômenos da natureza. Não só no caso dos EUA, mas de outros países sujeitos a estas fúrias e revoltas naturais. Um belo exemplo de como investir em infraestrutura e tecnologia para enfrentar e prevenir os devastadores efeitos de catástrofes é o Japão. Dois momentos tão distantes mostram como essa nação oriental foi capaz de soerguer dos escombros e ruína...

A rouquidão e miopia de um ex-presidente

A rouquidão e miopia de um ex-presidente DIÁRIO DA MANHÃ JOÃO JOAQUIM DE OLIVEIRA "Falta à sociedade brasileira, incluindo todos os setores: política, economia, justiça, mídia etc, uma âncora moral” – Antonio Callado (1917-1997). Definição de Voltaire para Ética: "É aquilo que nós queremos que os outros não façam”. Se perguntássemos a qualquer analfabeto brasileiro a definição de honestidade, certamente ele não teria dificuldade em, se não expressá-la com termos elegantes, no mínimo lembrar de seus contraexemplos que vêm ocorrendo em nossos atuais governos. Seja em âmbito municipal, estadual ou federal. Mas, sobretudo da administração lulopetista do ex-presidente Lula até sua atual sucessora e vassala Dilma Rousseff. A mim beira ao escárnio e ao deboche quando um ex-presidente tão arguto e inteligente como sua excelência o sr. Luiz Inácio da Silva se diz surdo e míope em não ter ouvido ou visto tantas traficâncias ilícitas e ilegais ocorridas nas alcovas de seu...

Riscos de morte em uma cirurgia plástica

Riscos de morte em uma cirurgia plástica DIÁRIO DA MANHÃ JOÃO JOAQUIM DE OLIVEIRA Risco anestésico-cirúrgico é a probabilidade de complicações e/ou óbito decorrentes do ritual pré, peri e pós-operatório. As chances destas intercorrências são dependentes de fatores diversos, como estado de saúde do paciente, qualificação profissional da equipe médica, técnica operatória e instituição hospitalar. Constitui requisito capital na segurança e sucesso de qualquer procedimento cirúrgico uma avaliação clínico-laboratorial criteriosa do doente no período pré-operatório. Não raramente, esta pode ser a primeira oportunidade para algumas pessoas passarem por um “check-up” médico, quando então diversos fatores de risco para doenças cardiovasculares como hipertensão arterial, derrame cerebral, insuficiência cardíaca, arritmia ou doenças constitucionais como diabetes, doenças renais, tireoidianas, colesterol elevado podem ser detectados. O não tratamento e a instabilidade destes fatores encerr...

Bolas e bilhões para a Copa-Fifa

Bolas e bilhões para a Copa-Fifa 2014, bananas e relento ao doentes do SUS DM.COM.BR DIÁRIO DA MANHÃ Nós brasileiros, aqueles que vêem alguma coisa que presta pela TV, e lêem algum jornal ou revista que publicam matérias com significado social, cultural e político, temos visto imagens e fatos de dois cenários que são a só tempo mostras de poder e opulência de um organismo e da miséria e abandono de outro. Estou a me referir ao mundo da bola comandado pela Fifa/CBF e ao submundo e caos da saúde pública do Brasil. Nosso SUS anda como um carro na banguela ou desgovernado sob a batata do PT. Digo PT porque a presidente, o ministro da saúde e todos os gestores da saúde do governo Dilma ou são petistas ou base de apoio da sigla vermelha. Nada contra este ou aquele partido ; poderia ser PSDB, DEM etc, por acaso o PT é a bola da vez. Mas, então falando desses dois mundos, não podemos desmerecer que a Fifa sempre administrou e muito bem e com mãos de ferro o reino do futebol. Todos ...

MEDICINA DE MÁQUINAS

Na relação médico-paciente, uma consulta (anamnese) feita de forma segura, calma e confiante jamais substituirá qualquer procedimento diagnóstico. A primeira entrevista de um paciente com o médico, se mal conduzida, se for superficial e sumária pode trazer riscos de diagnósticos incorretos, exames inadequados e caros, retardo no esclarecimento da causa da doença e sérios transtornos nos contatos futuros do profissional com seu cliente. Trata-se de um algoritmo lógico e técnico que não pode ser quebrado: anamnese(ausculta)> exame físico >exames diagnósticos. Infelizmente hoje temos assistido com as gerações mais novas de médicos uma inversão desta milenar arte da consulta médica , que é primeiro saber ouvir o doente e interpretar suas palavras ( auscultar), depois interrogar e colocar os ouvidos e mãos no paciente , depois sim exames complementares, se necessários. Os avanços das ciências médicas com os métodos diagnósticos...