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Mostrando postagens de maio, 2026

SE REFESTELA DO BOM E SABORORO E VAI DORMIR

  SE NÓS, emissores de opinião, pesquisadores sociais e civilizatórios formos fazer um compilado do comportamento social e ético da geração deste quarto de século do século XXI com os idos tempos pré Internet, pessoas e pesquisadores mais idosos e veteranos ficarão espantados e estupefatos com o que se via antes e se vê agora nesses chamados tempos de depois da modernidade. São as gerações com suas mudanças aceleradas, mas com precários qualificativos de civilidade e boas relações sociais. Quase tudo é descartável, tempos fluidos e descartáveis (Filosofia de Zigmunt Bauman).

A EDUCAÇÃO DE BERÇO

quando se fala em sentimentos das relações humanas, é preciso buscar o auxílio das Ciências Humanas e mesmo doutrinas e diretrizes de Educação informal e formal. Das Ciências, quem pode nos dar sustentação? As NeuroCiências, a Neurobiologia, a Psicologia Social, a Psicopedagogia e Sociologia. Se se fala nas disfunções psíquicas, sociais e de comportamento, entram a Psiquiatria, a Psicopatologia; e mesmo alguns braços da Sociologia (contrato social de Rousseau, Leviatã, Thomas Hobbes).

O VÍCIO SABOREIA-SE E VIRTUDE ENSINA-SE

É de consenso ser a mãe Natureza uma de nossas melhores mestras. Nós nascemos e morremos aprendendo com os fenômenos naturais. Sejam estes no Reino Animal, sejam no Reino Vegetal, no Reino Mineral e Cósmico. Pode-se buscar inúmeros modelos dessa perene verdade, da Natureza como nossa melhor mestra. Quantas são as coisas e seus fenômenos a nos ensinar o que se pode tirar de melhor para uma vida saudável, pela simples vida. Nas relações humanas, interespécies e interindividuais. O quanto podemos buscar dos belos exemplos da natureza. Podem ser mostrados um sem-número de exemplos.

INSERVÍVEL E SERVIDA

 Muita gente tem noção do que seja gratidão. Outras não têm, algumas têm precárias noções. Tanto assim que quantas vezes nós ouvimos a expressão obrigado, obrigada, muito grato, muito grata (conforme o gênero, se homem ou mulher). E é oportuno lembrar que esse termo obrigado é o particípio de obrigar. E já de plano, expliquemos: não significa que a expressão obrigado/obrigada, esteja obrigando (a) a algum retorno, a uma obrigação de restituir uma gentileza, um favor, uma dádiva, um presente. Nadinha disso. Significa simplesmente reconhecer o bem recebido, seja ele abstrato ou material, o bem móvel ou imóvel, o patrocínio de uma festa, um casamento, tantas regalias, que aquela pessoa ou família nunca teria condições de bancar!   Uma festa solene, uma efeméride, um luxo de apresentação. Um casamento do sonho no lugar dos sonhos.