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RIA, RIA...

 SIMPLESMENTE RISÍVEL E HILARIANTE João Joaquim  Eu sou um quase fanático por palavras. Elas são tudo ou nada em nossas vidas. Tudo vai depender de qual, de como e onde emprega-las. Elas tanto podem glorificar como desgraçar a vida de uma pessoa. Vamos pegar o exemplo cristalino que tem ocorrido em nosso cenário político. Surge por exemplo aquela salada de interesses do público com o  privado, no caso  Brasil, do mais privado do que o público, quando se trata do múnus dos agentes públicos. Explico melhor: tem lá o ministro fulano que pressionou o colega sicrano para que este tornasse aquele prédio viável, visto que o fulano era dono de um apê naquele imóvel. Prédio este sujeito a embargos de construção por desfigurar o bairro Ladeira da Barra em  Salvador- BA, bairro esse considerado patrimônio nacional pelo Iphan. Tal fato, como se diz no vulgo, está bombando na imprensa e redes sociais. Em consequência, o agora ex Marcelo Calero- ele era ministro da ...

Trabalho...

OS INVENTORES E DETRATORES DO TRABALHO João Joaquim   Quando pego na pena neste exato instante eu sinto estar executando um tipo de trabalho. E é exatamente sobre ele que deu-me na telha em dissertar. Eu tenho a nitidez plena de que já houve outros milhares. Milhares? Talvez milhões de artigos sobre a mesma matéria. Trabalho é o que nunca faltou para a humanidade. O que sempre faltou foi energia em muitas pessoas para laborar, produzir, suar a camisa, usar a massa cinzenta; enfim prover o próprio sustento.  O que tem de gente que vive às custas de outras pessoas, não está nas estatísticas do IBGE. Gente hígida e perfeita.  Isto porque aquele censo que saiu recentemente sobre os nem, nem (nem trabalham, nem estudam) é subestimada. Aliás, parece que estatística é a ciência da inexatidão das coisas. Até fundado no fato de que muitas informações são colhidas com as pessoas. E aí temos a turma que diz a verdade e a da mentira.  Como fiar então nos dados estatí...

Estupros nas educação..

LINCHAMENTO E ESTUPRO,  ATÉ  NA ESCOLA João joaquim Quando me contaram que um linchador entrou na escola para linchar a professora, tal notícia me trouxe um certo pasmo e arrepios pela violência. Mas, como o agressor não deu cabo ao seu intento de extermínio, logo me adaptei à situação. Pelo que me narraram, esse discípulo de Willian Lynch (1742-1820) inconformado com sua reprovação, ele como aluno do 2º ano médio, quis uma vingança, um modo de justiçar uma causa pessoal, sem o devido processo legal. Ele tinha sido reprovado em Educação Física, Artes e Português.  Por sorte outros professores daquele colégio e presentes à circunstância salvaram a pele da colega do inopinado agressor, que preso em flagrante responderá ao inquérito e todo o justo processo. A segunda notícia eu a repico e se deu no interior do Pará. Ela também envolve uma escola de ensino secundário e em sinopse foi assim: a professora, finda a aula, de período vespertino, fez um serão no sentido d...

Paraolímpicos

LIÇÕES DE OURO DOS ATLETAS PARALÍMPICOS   João Joaquim de Oliveira   Eu vi com muito interesse parte dos jogos das paralimpidas. Aliás, por que não parolimpiadas, já que o sentido, o núcleo central é olimpíada e não o prefixo para, proximidade, semelhante. Mas paralimpiada foi oficializada e tudo bem. O que importa é o espírito, o denodo, a energia e superação dos competidores. Nos últimos jogos paraolímpicos, isto mesmo,  há 4 anos eu gostava até mais do verbete paraolímpico, eu escrevi uma crônica sobre o exemplo daqueles atletas, que por reveses da vida são classificados de portadores de necessidade especiais (sic). Na verdade, esta competição sim, deveria merecer por iniciativa pública e privada muito mais incentivo e apoio do que tem recebido. Todos os canais abertos de TV deveriam transmitir em rede as paralimpiadas. Seus protagonistas, os paratletas, deveriam servir de exemplos não só á garotada e juventude, mas a todos os brasileiros . Ma...

ganho ponderal...

CONVERSA MOLE   SOBRE GANHO PONDERAL João Joaquim  Eu tenho para mim que nunca dos nuncas se falou tanto em obesidade como se fala em nossos tempos. Que tempos são esses? Estamos na era do predomínio do liberalismo ergonômico( produzir muito com pouco esforço), do cômico (de comedia e comer com diversão ) e  da crise econômica. O capitalismo ,que se manifesta na indústria e no livre-mercado, aproveitou essa deixa e pôs suas garras nesse filão de clientes. Comerciar e comer, eis os dois verbos mais conjugados nesses tempos, que se não rimam, combinam nas propagandas envenenadoras e enganadoras do consumismo.  É o comunismo( não político) na mesma comunhão  de-  todos têm o direito ao prazer, ainda que passageiro, do se fartar, do se empanturrar de porco, de vaca (atolada ou pura), de aves , de frango e galinha  e tudo mais de roldão como acompanhamentos que vão da batata-palha às massas de trigo consumidas e apreciadas pela massa humana. ...

Somos o meio social...

SOMOS FRUTOS DA MEIO FAMILIAR E SOCIAL  João Joaquim  Se para algumas pessoas soa infértil e até rebarbativo, para outras ressuma em tema construtivo e edificante, por isso torno a ele com o interesse e entusiasmo de sempre. Expresso sobre a educação na construção e melhoramento do ser humano. A mim, veio-me de novo a abordagem do tema inspirado na lição e exemplo das competições das paralimpíadas( eu prefiro o termo parolimpíadas ) . Eu convidaria a cada leitor deste artigo a fazer a seguinte reflexão: o quanto a minha genética, o meu DNA, a minha herança familiar foram determinantes na pessoa que sou hoje? Vamos imaginar e conceituar o termo “ ser o que sou”, como um conjunto de atributos. Por exemplo, a personalidade, o caráter, qualidades éticas e sociais e a formação técnico-profissional.  Uma segunda pergunta de igual relevância seria: o quanto o meu processo educacional foi importante “no que eu sou”? Devem ser postas nessa educação todas as etapas da c...

Em outro planeta

QUE PAÍS É ESSE COMPANHEIROS! JOAO JOAQUIM  Fazendo um exercício misto de ficção e realidade, é no todo útil para uma reflexão das mais interessantes. Ocorreu-me  o seguinte: um outro planeta com os seus planíncolas. Aqui um neologismo (íncolas, moradores desse planeta). E toda a organização desse remotíssimo povo. Mas, põe organização nisso; tudo funciona a tempo, hora e em prol da felicidade equitativa de todos. Uma nave tripulada da terra desembarcaria nessa longínqua civilização, ida do Brasil,  para uma troca de experiência e mostrar quem somos. Ali bem distante aportando, nossa comissão de delegados (de delegação) iniciaria então as exposições do que é por exemplo o Brasil, parte não diminuta desse planeta. Afinal, ex 7º economia do mundo, mais de 200 milhões de habitantes, pentacampeão no futebol, entre outros predicados de grande relevo. Certamente que os habitantes e governantes daquele ignoto planeta-irmão começariam pela nossa política.  -Como ...