Quando assistimos levas e rebanhos de brasileiros torcendo pela nossa seleção de futebol, ficam-nos algumas reflexões. Uma dessas é a memória das pessoas sobre os crimes financeiros, subornos e arranjos fraudulentos de resultados para que o Brasil/Futebol chegasse aos títulos que obteve. Os torcedores mais idosos hão de lembrar de duas nefastas figuras de FIFA e CBF. João Havelange (1916-2016), por longos anos comandou o futebol mundial como presidente da FIFA e muita influência na administração da CBF e seleção brasileira. Ricardo Teixeira (1947-), genro de Havelange, dirigiu e desmandou na CPF uma eterna temporada. Quanto esforço e ingerência houve para que o Brasil obtivesse os 5 títulos nas copas do mundo! Quantos arranjos, quantos resultados engendrados!
João Dhoria Vijle Lisboa Aqui na cultura nordestina, predestinada, destinada, de muita identidade quando se depara com certos tipos sociais, notadamente os mais jovens, os sem apego ao cooperativismo, ao partilhar de ônus e bônus, a gente dá uma peia neles e costumam melhorar. Temos assim, a geração mais jovem, os sem empatia pelo outro, pelos mais idosos e quem os sustenta. Caso daquela jovem mulher, recém-casada que se passava por uma hóspede de luxo na casa dos sogros! Dormir, levantar, café do bom e do melhor, almoçar, se empanturrar de bons pratos, levantar, ir para o sofá, dormir, mais, telas de celular! Foi quando levou um peia do sogro e sogra e se retirou! Foi tarde. Acontece aqui NE.
Assistindo a certas pessoas em suas posturas e expedientes, convivendo com outras, a gente vê o quanto faz tanta falta a chamada educação de berço nos quesitos mais elementares de uma humana e saudável ética familiar. E essa precária ou insuficiência absoluta dos sentimentos de empatia pelo outro, nos gestos mais rotineiros e comezinhos da convivência mostra que essas pessoas não têm culpa. Trata-se aqui de um defeito de formação originário (uma forma de pecado originário primário da família).