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Mostrando postagens de janeiro, 2024

Cânones do comer para viver

  Assim discorria, despertando enorme atenção da plateia, a dra e Phd em Nutrição e Psicologia da Alimentação, pesquisadora Vera Facúndia, do departamento de Medicina e Nutrologia, Biologia Nutricional, da Universidade de Harvard. As questões fulcrais eram: o porquê de tantas gentes obesas, sobrepesadas e disformes, ter na comida a centralidade de suas vidas.

Gentalhas e Sarinabandas

Ainda na Sociologia podemos buscar a compreensão das pessoas. Além da Psicologia Positiva e Psiquiatria. Ao se deparar nas redes sociais, nas páginas das pessoas, do que elas ocupam, ficamos meio que pouco esperançados com o destino da humanidade, em nossas lídimas lides laborativas e recreativas. Lia ainda há poucos dias questões de Direito do Jusnaturalismo em contraponto ao Juspositivismo. Buscar esses ensinamentos, ler interessadamente o que concebiam esses pensadores desses dois sistemas é como uma terapia cognitiva e intelectiva para nossas angústias frente à contracultura dos rebanhos de pessoas que se falam em suas mídias.

O Malandro (Niilista)

  O malandro Na dureza /Senta à mesa/Do café/ Bebe um gole/De cachaça / Acha graça/E dá no pé (canta chico Buarque). Tanto a Psicologia Positivista quanto a Sociologia se debruçam sobre o desenvolvimento humano. A Psicologia trata muito da evolução abstrata e emocional da pessoa desde os albores da infância.   A Sociologia entra nesse estudo ajudando na compreensão do bicho humano como um animal racional, político, social e gregário. O próprio filósofo Aristóteles teorizou sobre o homem como um animal político (de polis, cidade), de grupo e manada (gregário).   Nietzsche igualmente afirmou que somos animais de manada. Vamos com..... Quem por exemplo já leu o magnífico e emblemático livro Robinson Crusoé (autor Daniel Defoe), vai se lembrar do personagem (náufrago) que vai viver isolado em uma ilha. E como essa estadia nessa ilha foi possível? Foram 2 décadas sem ninguém. Esse marujo foi assim obrigado a viver depois do naufrágio de um navio, ele, o sobrevivente! ...

TAPIRES E ESTRÓINAS

Muitas são as gentes e pessoas que se encontram em tanta disfunção social e de convívio, que para regenerá-las seria necessária uma regressão ao estágio intrauterino. É o que pensava também Lino Lineu, irmão pouco conhecido de Justo Marlim, filósofo das horas vagas, porque seu diletantismo maior eram escavações antropológicas. Tais estados desadaptativos e disfóricos vemo-los descritos por diversos renomados psicanalistas como Michael Balint.  

Ética e Etiqueta como gestos civilizatórios

  Segundo o filósofo, humorista e pasquinista (jornalista do Pasquim - RJ) Millôr Fernandes, a etiqueta é uma ética em pequenas porções. Partindo do adágio ou brocardo popular desse grande e genial brasileiro, vamos discorrer sobre esse expediente e atitude nas relações humanas. Falemos mais especificamente das relações humanas de proximidade. Entre estas, as interações familiares. Ética familiar é tão significativa e tão edificante (para o bem e para o mal, naturalmente) que deveria constar dos currículos escolares. Ao menos nas grades do ensino fundamental e médio. Basta ter como justificativa que no ensino fundamental, partindo do maternal, jardim, 1º grau, até o ingresso na faculdade, a criança, o adolescente, o jovem está em pleno desenvolvimento físico, psíquico, emocional, social e ético. As escolas farão os complementos com ensino técnico e cientifico e profissional. Algumas noções de ética para guardar. Ética é a promoção ou prática da virtude. É levar o bem-estar e feli...

Pais poupadores e filhos poupados

  Falando um pouco de Poupança. Quem das gerações mais antigas não se lembra desse hábito e prática de guardar dinheiro, e ele render ali 6% aa? Imaginar que esse expediente de guardar dinheiro veio do Império, com D. Pedro II, em 1861, via Caixa Econômica Federal. É de se lembrar do cofrinho caseiro de guardar moedas, ele ainda existe, em formato de porquinho. Antes, a etimologia; poupar vem de palpar. Era o gesto na idade média do indivíduo palpar o bolso e ver se tinha poucas ou muitas moedas para gastar. Daí veio palpar>poupar>poupança.