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Mostrando postagens de março, 2026

Pessoas cúmplices e tolerantes

  Dois  são os ramos do conhecimento humano que se busca nessa análise, a Psicologia e a Psiquiatria. Trata-se da arte da convivência, ou o que também se chama regras de convivência das diferenças de personalidade e de caráter. Como diz um jargão popular, indo direito ao ponto: imagine aquela família onde 4 ou 6 irmãos com condutas e comportamentos diferentes um ou uns dos outros. Ou mesmo em grupos sociais, corporações profissionais, de qualquer trabalho.

EU TE AMO

  O quanto são hipócritas certas expressões que nos falam de amor. Afeto e amor. Eis aqui a temática dessa amorosa digressão. Quantas vezes alguém já ouviu a expressão: “eu te amo”! E basta que o senhor da razão ande mais, o tempo, para desvendar aquela mentira na boca dessa pessoa que nos fez essa confissão de forma falsa e dissimulada. E não venha quem um dia proferiu essa mentira se justificar, com aquele princípio de que existem verdades temporárias.   O ideal na vida seria que a pessoa amasse uma vez só e eternamente. Mas, é compreensível, porque a convivência dá-nos a oportunidade de conhecer melhor a quem nos devotamos amor. Conhecer integralmente o outro é impossível. O tempo só nos permite revelar um pouco mais o quanto a pessoa porta de vícios e virtudes. O desejável é que cada um tenha mais virtudes que vícios e defeitos.

OS FALSOS PRINCIPES E PRINCESAS

  E assim, palestrava o brilhante psicólogo positivista, Fauler Visconti, em simpósio social na PUC são Paulo. Afirmava: “desconfiem sempre de quem, a pretexto de afeto e apreço (a amigos e parentes próximos), emprega sempre os inhos e linhas no trato pessoal, com muitas pessoas. No íntimo e nos escaninhos morais de muitas dessas pessoas, estão outros motivos recônditos e intencionais. Aquisição de guarida, amparo e assentimento para seu estilo de vida e sociabilidade”. As palavras, muitas delas, trazem quando mal-empregadas uma advertência do caráter, da índole do interlocutor. Acautelem-se sempre desses tais e quais sujeitos e parentais. 

FAZER O QUÊ!

  FAZER O QUÊ! BY A pretexto de ser um item de realização na vida de cada pessoa, assim o demonstram os estudos de Sociologia e Psicologia Familiar, a geração de filhos e filhas, a depender dos fatores educacionais e de igual forma o bojo genético, vai como que forjando uma série de frustrações nessa chamada etapa que deveria ser de realização pessoal. Em se tratando do projeto de família. Porque eis que esse planejamento faz parte de todo homem e toda mulher que se casam. É o latente desejo e projeção de a pessoa perpetuar-se nos filhos e filhas, na transmissão desses genes. E vêm os resultados, conforme as influências, que os filhos e filhas, desde pequenos, vão conquistando. É o meio, micro e macro ambiente social a moldar o caráter, os gostos, as atitudes, o modus vivendi de cada pessoa. Ninguém escapa do belo ou do feio, do bom ou do mau. A influência é inevitável. A Ciência só não reponde porque as pessoas se inclinam a aprender fácil e rápido o feio, o indecoroso, ao ant...

SE REFESTELA DO BOM E SABORORO E VAI DORMIR

 JOÃO DHORIA VIJLE LISBOA    SE NÓS, emissores de opinião, pesquisadores sociais e civilizatórios formos fazer um compilado do comportamento social e ético da geração deste quarto de século do século XXI com os idos tempos pré Internet, pessoas e pesquisadores mais idosos e veteranos ficarão espantados e estupefatos com o que se via antes e se vê agora nesses chamados tempos da pós modernidade. São as gerações com suas mudanças aceleradas, mas com precários qualificativos de civilidade e boas relações sociais. Quase tudo é descartável.