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AQUI SE FAZ E AQUI SE PAGA

São algumas doutrinas, certas teologias e ramos místicos que versam sobre as chamadas dívidas ancestrais. O que vem a ser uma dívida ancestral? Seria o indivíduo pagar por algum labéu, algum pecado de seus antepassados genéticos: fala-se em até três gerações anteriores. Os bisavôs são esse modelo de ancestral. Noutros termos, um trineto, uma trineta pode, conforme esse conceito doutrinário e teológico e teleológico, passar por certas circunstâncias de privação, de sofrimento, de danos psíquicos ou corpóreo como paga, como ressarcimento e compensação dos erros, dos ilícitos, da vida desregrada e desgarrada de seu trisavô ou trisavó, ou pais.

É NATAL -HUM!

  Datas Festivas Por joão Joaquim     Quando olhamos na retrospectiva de nossas vidas e de nosso país, é momento de meditação e reflexão. Quantos não foram os atos tresloucados de homens e mulheres que poderiam ter melhorado a vida da humanidade e do planeta. Da cop30, por exemplo, realizada no Pará Brasil! O que se tirou de concreto e bons resultados para o planeta e para fauna e flora? Para a fauna humana. Seguramente nada. A poluição e destruição da Natureza continuam em ritmo nunca visto. Nós humanos! Sobretudo as pessoas que tanto dependem do que produz a Natureza, na sua generosa produção de água pura e alimentos de todo gênero. Nesses objetivos da cop 30, pouco se vê de concreto e frutífero. Foi tanto blá blá, blá, que tudo parece ter ficado na retórica, e tudo na alegórica. Certamente vai dizer algum especialista em arte gongórica. Porque no íntimo, muitos desses homens ditos de Estado, não passam dos discursos, dos laudatórios, falam bonito e demais, ...

GENTES TORTAS QUE ENTORTAM OUTROS

  Este microartigo é para comentar sobre certos tipos humanos, dos dois gêneros, aquelas pessoas que sugerem pela vida que levam pouco se importarem com o dia de amanhã. A questão central e fundamental é viver o agora, o hoje, nada de projetos de incremento pessoal, no que tange ao social, laboral e cultural. Trata-se aqui, do sujeito que vive em sujeição à sua condição de mero existente. Ele nasceu, existe, e não vai além dessa tacanha, frugal e ordinária existência. Existir foi a meta máxima alcançada e fim de jornada. Horrorível, não? Tais pessoas estão por aí. Por vezes à sorrelfa, dissimuladas.

GENTE REPULSIVA

TODOS hão de convir que existem pessoas benignas e malignas. E elas parecem não reunirem condições de fugir a esse determinismo; assim o dizem muitos sábios. Há como que uma organização interna nesses indivíduos, como se fosse seu software, à semelhança de um computador.   Muitos hão de chamar a essas características de destino. Mas, será que funciona?   Assim, foi, de acordo com a mitologia grega o que ocorrera com Édipo Rei. Segundo o oráculo de Delfos, Édipo mataria o próprio pai, Laio, que era casado com Jocasta. Estes eram rei e rainha de Tebas. Essa história, daqueles idos tempos antes de Cristo, ficou registrada pelo dramaturgo Sófocles (497 a.C – 406 a.C). Para aquele tempo, o homem viveu uma eternidade.

INDIVÍDUOS LABORALMENTE DISFUNCIONAIS

  Vários são os ramos Científicos, da Fisiologia e Neurolinguística que estudam muito bem os circuitos psíquicos e neurais do animal humano. Aqui fala-se tanto de pessoas normais como aquelas fora dos trilhos, do que se considera padrão de funcionalidade. E já de plano, uma observação: como é complexo o entendimento do mecanismo ou mecanismos de normalidade da pessoa humana! Por ser complexo é também instigante e deslumbrante para os cientistas, para os psicólogos e psiquiatras; os que gostam de Ciências.

Sicrana e Beltrano me socorrem

Este microartigo é para comentar sobre certos tipos humanos, dos dois gêneros, aquelas pessoas que sugerem pela vida que levam pouco se importarem com o dia de amanhã. A questão central e fundamental é viver o agora, o hoje, nada de projetos de incremento social, laboral e cultural. Trata-se aqui, do sujeito que vive em sujeição à sua condição de mero existente. Ele nasceu, existe, e não vai além dessa tacanha, frugal e ordinária existência. Existir foi a meta máxima alcançada e fim de jornada. Horrorível, não?

Gente travessa e trambolha

  Ao buscar comparativos e símbolos do que seja a jornada da vida, pode-se afirmar que ela, a vida, se faz com travessias e pontes. E são esses dois conceitos aqui a se desenvolver. Muitas vezes empregamos esses dois verbetes em nosso dia a dia. Todavia, sem atentar muito para as diferenças.