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Mostrando postagens de dezembro, 2023

Ágapes e libações

  Conta-nos uma filosofia oriental que o tempo é uma invenção de Deus. Porque muitos e variados cientistas já tentaram definir o tempo, mas nenhuma opinião foi convincente. Essa Filosofia Oriental, nos diz que o tempo foi uma invenção de Deus, digamos um expediente para que as coisas não acontecessem juntas, simultaneamente. Assim, tudo passou a ter sentido, graça e beleza, cada coisa a seu tempo. Inclusive a vida.

Os proto-tipos Melissa e Leo

  Melissa Bolhosa Mundim, e Leodegário Beócio de Sá, confirmam o que de antanho, em tese e Sociologia, é a natureza vivencial e social de muitos humanos. Se todos nascemos com o potencial do bem e da bondade, porque nao se pode deturpar essa energia geradora e formativa? Tudo é questão de meio doméstico, do caráter, índole e modus vivendi. A começar pela da geratriz e genitor, primeiras referências sensorial, instrutiva e ética do indivíduo.   Na certa e empiricamente, por analogia, somos como que resultantes do preparo, do ajuntamento dos elementos, fermento e cocção de um bolo ou torta. Errados os componentes (fases de formação) sairá um alimento desenxabido, desabrido, insipido, pouco trófico e de pouca serventia.

As Ciências interpretam os comilões

 Artigo Científico Em julho de 2023 saiu um impactante estudo realizado por biólogos, psicólogos, neurocientistas e médicos nutrólogos nos EEUU, no que diz respeito aos hábitos alimentares e obesidade. E o mais importante, levando em conta o porquê de pessoas com sobrepeso e obesidade comerem tanto, mesmo elas atingindo o seu limiar nutricional e saciedade. Ou por outras palavras, mesmo elas eliminando a fome e a carência alimentar daquele momento. Foram mais de 10 mil participantes, voluntários, pesquisa essa aprovada por comitê de Bioética.

os perdulários... e psicopáticos

 Artigo científico Tanto a Psicologia quanto a Psicopatologia estudam muitas personalidades desviantes do que seria o padrão. Ao certo e sabido, assim entendem as Ciências da psique humana, é impossível estabelecer critérios matemáticos, isto é, com precisão do que seja o normal e anormal. Há essa proximidade entre muitos indivíduos, os tipos desviados, que por questões éticas, sociais, até de direitos humanos e do chamado “politicamente correto” são aceitos como normais. Gentes que apesar de se comportar, viver e relacionar de forma estranha e disfuncional (termo genérico e abrangente), serem essas gentes, ainda assim agrupadas e admitidas entre os normais. Questão social e humanística, de empatia e do politicamente correto de convivência.  

Ser (vir, vil, vido)

  É por demais intrigante e instigante o resultado que se estabelece com os chamados efeitos do benefício. Tanto no beneficiador quanto no beneficiado. São sentimentos diversos, bem estudados pela Sociologia, pela Psicologia Social e até Pela Psicopatologia (Psiquiatria).

Indicadores de Civilidade e Etiqueta

  Imagine aquela festa onde você é um dos convidados e lá chegando um conviva. Não um comensal simplesmente. Porque assim é fácil, sem beira nem eira. Essa de que aqui descrevo deveria ser um paradigma, uma régua em prédicas e diretrizes de deontologia (oh sua hebetada, não misture com odontologia).   Porque merece os qualifies (ops um anglicismo!). Assim com este discrimine: a todos coube levar algum adjutório. E assim ocorreu. Porque imagine, certas festas de amigos e de família, quando uns se esfalfam de energia e recursos e levam proteínas das boas, outros chocolates. E outros tais e quejandos e certo quid levam Coca-Cola, guaraná, H2O. Faltam-lhe óleo de peroba facial, e só, para dizer o básico.

A estafeta leva-e-traz traz e leva

  Oh céus, oh vida! Oh Azar! E na certa eram assim as relações desse indivíduo. A vida como lhe era de gáudios e regalos. Ninguém tasca ou contraditava seu estilo existencial. No mesmo diapasão e ramerrão. Noite>jantar>refestelar>gaudiar>esperar Orfeu e Morfeu>Nos termos de tudo, o destino, predestinado, não nordestino, no destino. Oh Céus, oh vida! Oh Azar! De quem eram os convivas. Melhor descrição que esta, só outra, mais simples, com abaixo.

Cidadania doméstica

  Este artigo, um tanto digressivo e não menos real e ilustrativo se inspira numa frase dita por um experiente advogado. Frase: “Código Civil foi pensado e criado para os ricos e Código Penal para pobres”. O quanto de substancial e verdadeiro há nessa definição. O Civil trata muito de patrimônio, de heranças, de sucessões, de dinheiro, pensões para diversas situações. Agora, vá lá nos artigos do Código Penal, o quanto de penas, de restrição de liberdade existe.