ESPELHAMENTO DE MÃE NA FILHA
Leitores, eleitores (as) e leitoras. Não remanesce mais dúvida e nem discussão. As Ciências o dizem. Mas, um estudo australiano de peso e robustez já havia sublinhado essa importância. Tudo ou quase, se ensina nos bancos escolares, do fundamental ao superior. Ensinam-se idiomas, geografia, matemática, química, ciências. Menos uma coisa fundamental com vistas ao aprimoramento do sujeito. Não se ensinam Ética e as Disciplinas da humana convivência. Quando muito tem-se noções, tintas de ética. Mas, perguntado sobre a diferença entre ética e moral, ninguém sabe.
Não é que se vê um esgarçamento desses valores nas novas gerações, porque elas crescem sem esses atributos que não são ensinados pelas Escolas. E na imensa maioria das pessoas hipossuficientes nesses quesitos, a carência vem da família, dos pais que também não tiveram essas lições nas Escolas. Eles não têm culpa no cartório. É um efeito vertical, ancestral, de família que vai se replicando nos descendentes.
E entram aqui a consistência e seriedade desses estudos chamativos para essa carência desses valores sociais e morais. Quanta lástima, quanta decepção, se vê nessa juventude, quase perdida, sem rumo, sem noção, sem esses qualificativos que nos distinguem do xucro, do grotesco, do bruto, do vilão, do vil, do grosseiro.
Quando se vê, tomando o exemplo daquela jovem senhora, marmanja, na madureza da idade e da vida. Que veste roupas ridículas e sumárias, quase mostrando as partes pudendas e íntimas, seios à mostra, e sem pudor ou noção, onde quer que esteja. Como explicar? Qual a causa desse jeito risível e ridículo? Vamos às origens, casa de orates. Paternal, maternal, lar, amargo lar.
Espelhamento, simulacro, mimetismo social e moral. Mae xucra, agreste, grotesca. Tudo igual. Filha de peixe, peixinho por ora, e peixe futura será. Horrores. Baixo clero, Sanclero. Era a pessoa daquela jovem e malvestida senhora. Ela trazia incrustrada, marchetada em seu arranjo moral e social, os maus hábitos copiados de família. Casa de Orates. Digna de um enorme dó! Esse era um mini detalhe por ela exibido. Qual seja, o das roupas sumárias e ridículas.
Assim temos a replicação desses estudos australianos e veteranos. Há um liame indelegável, um espelhamento do que porta e comporta a mãe na filha. Ciências puras. A mae era ridícula e risível na indumentária. A filha foi mimetizando os hábitos da mãe, de sorte que esses gostos e desgostos foram que cristalizando no arranjo interno da filha. Resquícios maternos e eternos. All right.