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Elogio da Desonestidade

  João Dhoria Vijle  Interessante e instigante! Foram esses os qualificativos dados pelos avaliadores sobre aquela redação, daquele candidato a um concurso de relações humanas. O tema era a vantagem da desonestidade. E não é de ver que o inscrito e concursando obteve nota máxima; e somada aos outros quesitos foi aprovado com louvor. Mas, como esse redator com uma questão tão sensível e aguilhoada pode persuadir os corretores a recomendar sua aprovação? Alguns pontos nevrálgicos e seus antídotos. E começa pela definição. A desonestidade ou perfídia, porque ambas perfilam muitos atributos e tributos de interseção é na certa e no suposto um dos mais refinados indícios de habilidade e inteligência humana. São dados concretos e incontestes do talento de quem a pratica em parecer uma personalidade de dúplice comportamento e tendenciosidade. Poucos indivíduos desse desvalor praticante vertem tanta expertise em artes cênicas e dramáticas. Por que da expertise cênica e dramaturgi...

  SILVÉRIO X Joaquim

  Eu gosto, amo as palavras porque elas nos ajudam a expressar o que queremos. E como elas se unem na formação de outras de significados diferentes, umas às outras aderentes e coniventes. A Língua portuguesa é vasta, rica, polissêmica em vocábulos à nossa disposição. Calcula-se em 1 milhão de verbetes, de vocábulos à disposição daqueles e elas que usam da substância cinzenta e córtex cerebral para fazer jus ao nosso atributo maior, pensantes, inteligentes, racionais, humanos, honestos e éticos. Pena que nem todos exibem esses dotes, porque se inebriam, se aliciam com outros atrativos e apelos das tribos das futilidades e caganificâncias. Niilismo na quintessência. Até os nomes próprios e impróprios trazem signos e significados à nossa disposição, quando estamos pensando, criando, elaborando, escrevendo. Tome o exemplo de Joaquim. Pode vir à lembrança como um nome ordinário, singelo, encontradiço, popular, modesto. Agora junte-se ele ao nome Silvério. Para quem emprega as sinaps...

cuidar de idosos

  Um pai é por cem filhos e 100 filhos não é por um pai.    

Por falar em....

  A DESCONTRUÇÃO DO OUTRO    OPINIÃO ALIENAÇÃO PARENTOMARITAL  Entram Nesse expediente vários intentos  O poder familiar e a alienação parental Francine Schimitt   Os pais exercem um verdadeiro poder sobre os filhos ao assumirem um dever natural e legal de proteção da sua prole, acompanham seu filho durante o natural processo de amadurecimento e formação de sua personalidade. Ocorre que existe um compreensível desconforto com o vocábulo  poder , até mesmo uma distorção na sua interpretação. Pois o que se identifica nos casos práticos de litígios de família é a remota ideia de  domínio  dos pais sobre seus descendentes, o que não se concilia com a democratização da família. Como bem ensina Maurício Luiz Mizrahi  [1] , o  poder  gera uma probabilidade de asfixia ao infante na célula parental, desencadeando neuroses, o qual o dever não se inclina a auxiliar, mas ao autoritarismo. O pátrio poder já restou def...

Mercador de calotas

  HONESTINA MUSA ARANHA   Foi na chegada daquele aluvião que os convivas, como no ritual de hebraica, se puseram a palestrar sobre um convidado muito simbólico e sempre presente em suas tratativas. Stélio Nato. Não, não! A homenagem é pra outra. Aludiam-se os presentes à pessoa da honestidade. Entidade muito enobrecida, muito falada, e poco presente nas reuniões. A temática, além da matemática era a pessoa da honestidade.   E os presentes estão em suas bases, sem descuidar da diábase que os ali conduziu. Eram representantes de cortes várias, colendos personas. Inicia-se então o palrador. Ser presentes, virtuosos e virtuosas sras .   sabemos que a insigne aqui homenageada á a pessoa da honestidade. Figura nimiamente díspar, porque discrepa dos valores e tributos demais. O escopo dessa tertúlia, e reforçar antes vossa preeminência honestidade, o quanto a figura de vossa pessoa para nós representa. No simbólico conluio a unir a humana lida. Vamos ainda mai...