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Delinquentes e futuros médicos

 Joao Dhoria Quando se fala em Direitos Humanos, muitos são os rebanhos de pessoas que alvoroçam com as conquistas sociais e prerrogativas que este instituto (Direitos Humanos) trouxe aos humanos. E conforme afirmou certa vez Hamilton Mourão (senador) e ex-presidente, direitos humanos seriam bons para humanos direitos. Nunca esqueçamos que já defenderam a esse propósito figuras públicas de Direitos Humanos, humanistas, sociólogos, psicoterapeutas e educadores. Defenderam que faltou criar os Deveres Humanos, que deveriam andar pari passu com os direitos humanos. A cada direito um correspondente dever.

NOVAS TERAPIAS

  O VÍCIO DIGITAL, DO CELULAR SE EQUIPARA A OUTROS VÍCIOS   Celular é o novo cigarro: como o cérebro reage às notificações de apps e por que eles viciam tanto. Quantas não são as pessoas, gentes e gentalhas que surgido o celular, não buscam nenhum outro expediente de construção pessoal e de seus filhos menores, porque a eles servem de oficina de formação ética, social, moral, construtiva e evolução como um animal em engorda, crescimento, aquisição de atributos e qualificativos que os tornem legítimos cidadãos laborativos, obreiros, prescindíveis de tutela e financiamento fiscal e pessoal de sobrevivência.

glotões e glotonarias

  Em tempos digitais, de comunicação veloz e instantânea, de inúmeras fontes cientificas confiáveis, tornou-se muito prática e eficaz a pesquisa em qualquer área do conhecimento. Entre tantas informações, recomenda-se cautela e filtro na sua qualidade Porque além de muito charlatanismo, de pós verdades, de factoides e invectivas existem – quando a questão é medicina e saúde- existem muitos trabalhos elaborados por encomenda, com vieses que favoreçam esse e aquele grupo, essa e aquela indústria farmacêutica, aquele comércio desses e tantos insumos propagados.

Pecado, Que pecado!

  É hoje, é hoje! Vou me refestelar daquelas comidas. Chiques iguarias que me indicou o Farias. Mandioca, farináceos, arroz de toda cor, branco, integral, cremoso. Massas! Tragam massas, eu quero massas. Carnes! Hum que delícias, suculentas, cheirosas, ao molho, na panela, temperada. Há coxas! Assadas, grelhadas. Cupim, tem? E do bom, assados, escaldantes. Picanhas. Pi-ca-nha. Que delícia e calibrosa. Hum. É hoje. Vou-me refestelar. E ao final? Aqueles doces, todos, cremosos, com chocos, com caramelos. Hum! Às urticas quem achar que incremento os meus adipos! Já de antanho se sabe e mais consolida essa ciência, de onde vieram os hábitos do homem ocidental de tanto prazer, felicidade, satisfação, realização e sensação orgástica nos esbaldares, refestelar, em refeições orgíacas, no expediente useiro e vezeiro de se comer, de se empanturrar de vacas, mandioca, farináceos, gorduras, açucares, leite e derivados. Vaca, galinha, leitoa, porco, massas, carnes de toda ordem. Mais doces, c...

ACRITIQUIA E PAUCILOGIA

    Como nos traz a História Geral e das religiões, a contrarreforma de Lutero, depois seguido por acólitos como diáconos e seminaristas da época, entre os quais joao Calvino e muitos outros sectários; essa contrarreforma revolucionou os embates religiosos de então. Martinho Lutero, foi seu prócer, protestos que se deram entre 1483- 1550. As coisas, isto é: as dissensões foram tantas que, à frente, no Reino Unido, Henrique VIII, precisando de um varão que o sucedesse no trono, rompeu com a Igreja Católica de então, desobedeceu ao papa Leão (o divórcio era vetado) de não se casar de novo, casou e fundou a igreja anglicana.

A FELICIDADE ESTÁ NA COMIDA

Foi empreendido um importante estudo na Universidade Federal de Camberra – Austrália, a propósito dos alimentos como fontes de doenças e mortes derivadas dessas afecções. A maioria tipificada de natureza degenerativa. E para contextualizar, torna-se claro esse entendimento. As doenças cardiovasculares e metabólicas fazem parte desse bojo, desse cardápio de doenças degenerativas.

DESCONSTRUIR O DESAFETO

  A DESCONTRUÇÃO de alguém via Alienação ParentoMARITAL   A DESCONTRUÇÃO DO OUTRO    OPINIÃO ALIENAÇÃO PARENTOMARITAL  Entram Nesse expediente vários intentos  O poder familiar e a alienação parental Francine Schimitt   Os pais exercem um verdadeiro poder sobre os filhos ao assumirem um dever natural e legal de proteção da sua prole, acompanham seu filho durante o natural processo de amadurecimento e formação de sua personalidade. Ocorre que existe um compreensível desconforto com o vocábulo  poder , até mesmo uma distorção na sua interpretação. Pois o que se identifica nos casos práticos de litígios de família é a remota ideia de  domínio  dos pais sobre seus descendentes, o que não se concilia com a democratização da família. Como bem ensina Maurício Luiz Mizrahi  [1] , o  poder  gera uma probabilidade de asfixia ao infante na célula parental, desencadeando neuroses, o qual o dever não se inclina a a...