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Ágapes e libações

  Conta-nos uma filosofia oriental que o tempo é uma invenção de Deus. Porque muitos e variados cientistas já tentaram definir o tempo, mas nenhuma opinião foi convincente. Essa Filosofia Oriental, nos diz que o tempo foi uma invenção de Deus, digamos um expediente para que as coisas não acontecessem juntas, simultaneamente. Assim, tudo passou a ter sentido, graça e beleza, cada coisa a seu tempo. Inclusive a vida.

Os proto-tipos Melissa e Leo

  Melissa Bolhosa Mundim, e Leodegário Beócio de Sá, confirmam o que de antanho, em tese e Sociologia, é a natureza vivencial e social de muitos humanos. Se todos nascemos com o potencial do bem e da bondade, porque nao se pode deturpar essa energia geradora e formativa? Tudo é questão de meio doméstico, do caráter, índole e modus vivendi. A começar pela da geratriz e genitor, primeiras referências sensorial, instrutiva e ética do indivíduo.   Na certa e empiricamente, por analogia, somos como que resultantes do preparo, do ajuntamento dos elementos, fermento e cocção de um bolo ou torta. Errados os componentes (fases de formação) sairá um alimento desenxabido, desabrido, insipido, pouco trófico e de pouca serventia.

As Ciências interpretam os comilões

 Artigo Científico Em julho de 2023 saiu um impactante estudo realizado por biólogos, psicólogos, neurocientistas e médicos nutrólogos nos EEUU, no que diz respeito aos hábitos alimentares e obesidade. E o mais importante, levando em conta o porquê de pessoas com sobrepeso e obesidade comerem tanto, mesmo elas atingindo o seu limiar nutricional e saciedade. Ou por outras palavras, mesmo elas eliminando a fome e a carência alimentar daquele momento. Foram mais de 10 mil participantes, voluntários, pesquisa essa aprovada por comitê de Bioética.

os perdulários... e psicopáticos

 Artigo científico Tanto a Psicologia quanto a Psicopatologia estudam muitas personalidades desviantes do que seria o padrão. Ao certo e sabido, assim entendem as Ciências da psique humana, é impossível estabelecer critérios matemáticos, isto é, com precisão do que seja o normal e anormal. Há essa proximidade entre muitos indivíduos, os tipos desviados, que por questões éticas, sociais, até de direitos humanos e do chamado “politicamente correto” são aceitos como normais. Gentes que apesar de se comportar, viver e relacionar de forma estranha e disfuncional (termo genérico e abrangente), serem essas gentes, ainda assim agrupadas e admitidas entre os normais. Questão social e humanística, de empatia e do politicamente correto de convivência.  

Ser (vir, vil, vido)

  É por demais intrigante e instigante o resultado que se estabelece com os chamados efeitos do benefício. Tanto no beneficiador quanto no beneficiado. São sentimentos diversos, bem estudados pela Sociologia, pela Psicologia Social e até Pela Psicopatologia (Psiquiatria).

Indicadores de Civilidade e Etiqueta

  Imagine aquela festa onde você é um dos convidados e lá chegando um conviva. Não um comensal simplesmente. Porque assim é fácil, sem beira nem eira. Essa de que aqui descrevo deveria ser um paradigma, uma régua em prédicas e diretrizes de deontologia (oh sua hebetada, não misture com odontologia).   Porque merece os qualifies (ops um anglicismo!). Assim com este discrimine: a todos coube levar algum adjutório. E assim ocorreu. Porque imagine, certas festas de amigos e de família, quando uns se esfalfam de energia e recursos e levam proteínas das boas, outros chocolates. E outros tais e quejandos e certo quid levam Coca-Cola, guaraná, H2O. Faltam-lhe óleo de peroba facial, e só, para dizer o básico.

A estafeta leva-e-traz traz e leva

  Oh céus, oh vida! Oh Azar! E na certa eram assim as relações desse indivíduo. A vida como lhe era de gáudios e regalos. Ninguém tasca ou contraditava seu estilo existencial. No mesmo diapasão e ramerrão. Noite>jantar>refestelar>gaudiar>esperar Orfeu e Morfeu>Nos termos de tudo, o destino, predestinado, não nordestino, no destino. Oh Céus, oh vida! Oh Azar! De quem eram os convivas. Melhor descrição que esta, só outra, mais simples, com abaixo.