Charlatas
CHARLATÕES E MAGAREFES João Joaquim Ao abrir esta matéria confesso estar sentindo contrariado em fazê-la, mas a faço por princípios de consciência e ética. Independentemente de status social ou profissão da pessoa, imagine-se ter ciência e ser testemunha de um crime. Qualquer que seja esse delito. Contra a vida, contra os costumes (bons costumes), contra qualquer bem público, uma contravenção, roubo ou fraude. Não importa a sua natureza; o que faria essa testemunha, considerando-a como gente do bem e honesta? Imagine um médico que frauda o SUS, um plano de saúde. O advogado que treina o seu cliente e representado a mentir diante de um juízo. Um dentista que cobra por um serviço ou material de má qualidade! São formas de contravenções e ferimento de morte a essa regra de respeito e convivência milenar chamada Ética. O que faria então quem vê tais práticas ? Certamente que denunciaria tal delinquente ou defraudador às autoridades competentes. Em assim procedendo, ...